Júlio Isidro, o conhecido apresentador português, revelou um episódio surpreendente que ocorreu na noite de consoada. Ao encontrar uma prostituta na rua, decidiu convidá-la para um jantar, refletindo sobre a vida e a solidão em um dia que deveria ser de celebração familiar.
A revelação foi feita durante o programa “Manhã 900”, onde Isidro compartilhou detalhes sobre essa experiência inusitada. Ele estava a caminho da casa da ex-mulher para entregar presentes à filha, Inês, quando avistou a mulher à chuva, o que o fez questionar a realidade dela.
“Quando passei pelo alto do Parque Eduardo VI, vi uma profissional do sexo. Estava a chuviscar e pensei: o que estará esta pessoa a fazer aqui, neste dia? Deveria estar com a família ou, quem sabe, não tem família?”, disse Isidro, visivelmente impactado pela cena.
Movido pela situação, ele decidiu parar e convidá-la para jantar. “Abri o vidro e ela disse logo o preço. Eu não queria os seus serviços, mas queria oferecer-lhe um jantar”, contou o apresentador, mostrando um lado mais humano e reflexivo.
Isidro levou a mulher a um restaurante, onde tiveram uma refeição. Ao final do encontro, ele pagou o valor combinado e a deixou no mesmo local onde a encontrou, cumprindo a sua palavra.

O relato gerou repercussão nas redes sociais, com muitos internautas elogiando a atitude de Isidro. Outros, no entanto, questionaram a moralidade da situação, levantando debates sobre a vida de profissionais do sexo e a solidão nas festas de fim de ano.
Esse episódio inusitado não apenas humaniza a figura de Júlio Isidro, mas também provoca uma reflexão mais profunda sobre a sociedade e as realidades que muitas pessoas enfrentam, especialmente em datas festivas. A história se espalhou rapidamente, capturando a atenção de muitos e gerando discussões sobre empatia e solidariedade.
O apresentador, conhecido por sua carreira de décadas na televisão, agora se vê no centro de um debate sobre compaixão e a condição humana, mostrando que, mesmo em momentos de celebração, existem histórias que precisam ser ouvidas e reconhecidas.