A deputada do CHEGA, em defesa de André Ventura, provocou um intenso debate com um jornalista, destacando a repetição de temas como imigração e a comunidade cigana nas falas do candidato. A discussão acirrou ânimos e trouxe à tona questões sobre a estratégia eleitoral e a polarização política em Portugal.
Durante a troca de ideias, a deputada criticou a abordagem dos debates, afirmando que a retórica de Ventura se tornou previsível e que os temas abordados não variavam. Ela defendeu que Luís Marques Mendes, seu opositor, não representa a verdadeira direita, insinuando que suas ideias se assemelham mais às da esquerda.
A deputada também destacou a possibilidade de uma campanha decisiva nos próximos dias, com foco na abstenção e no voto emocional que Ventura atrai. Ela acredita que, se seu eleitorado se mobilizar, poderá haver surpresas nas urnas.
A conversa se intensificou ao abordar a judicialização da política e a recente determinação judicial que exige a retirada de cartazes de campanha de Ventura. A deputada afirmou que o candidato está disposto a enfrentar as consequências, que incluem multas diárias, e que isso pode acirrar ainda mais os ânimos entre os eleitores.
As tensões políticas e sociais foram também um ponto central do debate, com a deputada argumentando que a percepção de insegurança entre os cidadãos está crescendo. Ela fez referência a incidentes violentos recentes, sugerindo que a esquerda ignora a gravidade da situação.

A discussão sobre a segurança e a liberdade de expressão na política contemporânea em Portugal foi acentuada, com a deputada defendendo que a mensagem de Ventura ressoa com uma parte significativa da população que se sente desamparada pelas políticas atuais.
A urgência das próximas semanas, conforme a deputada, poderá redefinir o cenário político, com a possibilidade de que Ventura alcance a segunda volta das eleições. A expectativa é que a campanha ganhe vida própria e que eventos inesperados possam mudar o rumo das eleições.
Enquanto a polarização aumenta, a deputada concluiu que a comunicação social deve ter um papel mais equilibrado, permitindo que os cidadãos formem suas próprias opiniões sem a influência de preconceitos ou viés. O clima político em Portugal continua tenso, e os próximos dias serão cruciais para o futuro das eleições.