André Ventura, líder do partido Chega, fez declarações explosivas sobre corrupção e ética política, desafiando a justiça e questionando a perseguição política em Portugal. Em um discurso acalorado, ele criticou adversários e defendeu a necessidade de transparência no sistema político, levantando suspeitas sobre líderes como Lula da Silva e Jair Bolsonaro.
Ventura argumentou que as acusações contra Bolsonaro e Lula são uma forma de perseguição política, questionando por que o ex-presidente não agiu enquanto estava no poder. Ele enfatizou que, em uma democracia, os adversários devem ser derrotados nas urnas, não na prisão.
O líder do Chega também abordou a necessidade de candidatos limpos e éticos, afirmando que quem tem suspeitas de corrupção não deve concorrer. Ele criticou a justiça francesa e a situação de Luís Montenegro, levantando questões sobre a integridade de políticos em Portugal.

A tensão política aumentou com a acusação de que o sistema judicial brasileiro estaria favorecendo Lula da Silva. Ventura destacou a importância de manter a ética na política, afirmando que a corrupção deve ser banida da vida pública.

Ele também fez referência a escândalos de corrupção envolvendo figuras políticas e a necessidade urgente de reformas na justiça. O discurso de Ventura ressoou com muitos que buscam uma mudança radical no cenário político, refletindo uma crescente insatisfação com a corrupção institucionalizada.

Com as eleições se aproximando, Ventura prometeu apresentar listas de candidatos íntegros, distantes de qualquer suspeita de corrupção. Ele reafirmou sua determinação em combater a corrupção e restaurar a confiança no sistema político, enquanto a tensão entre os partidos continua a crescer.
O futuro do Chega e de Ventura no cenário político português permanece incerto, mas suas declarações acaloradas certamente agitarão o debate político nos próximos dias. A sociedade observa atentamente enquanto a luta contra a corrupção se intensifica, e as eleições se aproximam.