André Ventura, lÃder do Chega, fez um discurso contundente em Amadora, desafiando a crescente impunidade e o caos nas ruas. Com um tom de urgência, ele destacou a necessidade de priorizar os cidadãos portugueses e criticou a imigração descontrolada, exigindo que o governo tome medidas imediatas para restaurar a ordem.
Durante sua intervenção, Ventura abordou a insatisfação com a situação atual, onde muitos portugueses enfrentam dificuldades em acessar serviços essenciais, como creches e saúde. Ele enfatizou que a lei de estrangeiros deve ser aplicada de forma justa, mas com foco na proteção dos cidadãos que construÃram o paÃs.
O polÃtico não hesitou em confrontar a ideia de que os portugueses são responsáveis pelos problemas enfrentados por imigrantes de outros paÃses. “Não faz sentido dizer que somos a causa do vosso atraso”, afirmou, ressaltando que muitos portugueses também têm raÃzes em nações como Cabo Verde e Angola.
Ventura alertou para a necessidade de controle rigoroso sobre a imigração, destacando que a entrada descontrolada de pessoas sem documentos está criando uma crise em várias áreas, como educação e saúde. “Não podemos permitir que pessoas entrem sem um plano claro”, disse ele, enfatizando que a prioridade deve ser sempre a dos cidadãos que já estão aqui.
Ele também fez um apelo emocional, lembrando que é inaceitável que crianças portuguesas fiquem sem acesso a creches, enquanto imigrantes recebem benefÃcios. “O futuro dos portugueses deve ser a nossa principal preocupação”, declarou, provocando aplausos entre os apoiadores presentes.

A reunião em Amadora foi marcada por um clima de tensão e expectativa, refletindo a crescente insatisfação popular com a situação atual. Ventura promete continuar sua luta contra a impunidade e a desordem, convocando os cidadãos a se unirem em defesa de seus direitos.
Com a situação nas ruas se deteriorando, o discurso de Ventura ressoou como um grito de alerta para aqueles que sentem que suas vozes não estão sendo ouvidas. O lÃder do Chega se posiciona como um defensor dos interesses portugueses, prometendo não recuar até que mudanças significativas sejam feitas.
A pressão sobre o governo para agir é crescente, e Ventura está determinado a ser a voz que clama por justiça e ordem em um momento crÃtico para o paÃs. A urgência de suas palavras ecoa na mente de muitos, que aguardam ansiosamente por ações concretas que possam reverter o caos que se instalou nas comunidades.