André Ventura, líder do Chega, provocou um tumulto no Parlamento ao questionar a integridade do Primeiro-Ministro e exigir responsabilidade por casos de corrupção. A tensão aumentou quando Ventura desafiou o governo sobre a saúde e a imigração, prometendo não recuar até obter respostas claras. A situação é crítica.
Durante um intenso debate, Ventura acusou o Primeiro-Ministro de falta de transparência e de proteger membros do governo envolvidos em escândalos. A demissão do secretário de Estado Hernani Dias foi um ponto central, com Ventura exigindo explicações sobre a aparente inação do governo diante de graves acusações.
O líder do Chega não se conteve e questionou diretamente o Primeiro-Ministro sobre a falta de demissões em casos de corrupção. Ele enfatizou que a moralidade na política deve ser uma prioridade, clamando por um padrão ético que impeça criminosos de ocuparem cargos públicos.
Ventura também abordou a crise na saúde, destacando o aumento das listas de espera para cirurgias oncológicas, especialmente entre crianças. Ele criticou o governo por apresentar dados falsos e por não agir de forma eficaz para resolver os problemas que afetam a população.
Além disso, o líder do Chega levantou questões sobre a imigração, desafiando o governo a revelar números reais sobre imigrantes que afetam o sistema de saúde e o mercado de trabalho. A pressão sobre os serviços públicos e a falta de habitação foram temas centrais em sua retórica.

A sessão foi marcada por um clima de confronto, com Ventura reafirmando sua posição de que a corrupção deve ser combatida com rigor. Ele não hesitou em chamar o Primeiro-Ministro de mentiroso, exigindo que ele apresentasse provas de suas alegações.
Com a situação se intensificando, a resposta do Primeiro-Ministro será crucial para a continuidade do governo. A população observa atentamente, enquanto o debate sobre a ética na política e a responsabilidade governamental se torna cada vez mais urgente.
A tensão no Parlamento reflete um descontentamento crescente entre os cidadãos, que clamam por mudanças significativas. A pressão sobre o governo para agir de maneira transparente e responsável está em alta, e as próximas semanas serão decisivas para a estabilidade política em Portugal.