CRIME DE ESTADO! Ventura quer investigar a fundo a atribuição da nacionalidade portuguesa. Ventura, líder do partido Chega, anunciou uma investigação rigorosa sobre a atribuição de nacionalidade portuguesa, prometendo apurar responsabilidades de governantes anteriores, especialmente de António Costa. A medida surge em meio a crescentes tensões políticas e sociais, refletindo uma forte oposição à imigração descontrolada e à corrupção.

A declaração de Ventura marca um momento decisivo na política portuguesa, onde o Chega se posiciona como um fiscalizador ativo do governo. O líder do partido não hesitou em criticar a gestão atual, afirmando que a atribuição de nacionalidade e residência foi realizada de maneira irresponsável e criminosa nos últimos anos.
A proposta de criar uma comissão parlamentar de inquérito visa investigar minuciosamente as ações dos últimos governantes, convocando antigos ministros e responsáveis de embaixadas para esclarecer a situação. Ventura enfatizou que o Chega não precisa do apoio de outros partidos para seguir em frente com essa investigação.
A indignação em torno do tema da nacionalidade não é nova, mas Ventura trouxe à tona uma questão que muitos consideram delicada. Ele destacou que existem portugueses que nunca estiveram em Portugal, levantando um debate sobre a legitimidade da nacionalidade atribuída. A proposta busca responsabilizar aqueles que, segundo Ventura, permitiram que a nacionalidade fosse “vendida no mercado”.

O clima político em Portugal está tenso, com manifestações contra a extrema-direita e um apelo por mudanças. Ventura se comprometeu a questionar diretamente o primeiro-ministro sobre as medidas que serão adotadas para reverter a situação atual. Ele exige respostas claras e objetivas, sem rodeios.
A urgência da situação é palpável, e o Chega pretende usar a Assembleia da República para pressionar o governo a agir. Ventura não esconde seu descontentamento com a administração atual, que, segundo ele, falhou em lidar com questões de imigração e segurança.

A proposta de inquérito é vista como uma forma de o Chega se afirmar como uma força política relevante, disposta a desafiar o status quo. O partido promete levar suas descobertas ao Ministério Público, buscando responsabilização por possíveis crimes relacionados à atribuição de nacionalidade.
Ventura também criticou a “esquizofrenia política” do país, onde a vontade popular parece ignorada. Ele acredita que a classe política está presa a privilégios do passado, incapaz de lidar com as realidades contemporâneas. O Chega se propõe a ser a voz da mudança e da crítica construtiva.

Com o debate marcado para a próxima sexta-feira, a expectativa é alta. A sociedade portuguesa observa atentamente o desenrolar dos eventos, questionando o futuro da política de imigração e nacionalidade. Ventura está determinado a mudar a narrativa e a responsabilizar os líderes que, segundo ele, falharam em proteger os interesses do país.
A proposta de Ventura poderá não apenas moldar o futuro do Chega, mas também impactar significativamente a política portuguesa. A investigação sobre a nacionalidade é um tema que ressoa profundamente em um país que enfrenta desafios econômicos e sociais, e a resposta do governo será crucial para a continuidade do debate.
