Rui Sousa Pinto, do partido Chega, fez declarações polêmicas sobre a candidatura de André Ventura à presidência, destacando a necessidade de romper com um sistema político de 50 anos. Em uma entrevista explosiva, ele abordou temas como lobby, saúde e a urgência das próximas eleições, acentuando a insatisfação popular.
Durante a conversa, Sousa Pinto defendeu que André Ventura é o único candidato capaz de trazer mudanças significativas, criticando os adversários que, segundo ele, representam a continuidade do sistema. Ele enfatizou que a experiência de Ventura é crucial para enfrentar os desafios políticos atuais.
O político também comentou sobre a questão do lobby, afirmando que, embora a prática não seja ilegal, os candidatos à presidência devem ter um histórico de isenção. Ele alertou que um presidente com laços diretos a grupos econômicos pode comprometer sua capacidade de governar de forma imparcial.
Sousa Pinto destacou a importância das próximas eleições, convocando os cidadãos a se mobilizarem e a votarem. Ele mencionou que a saúde e a habitação são questões críticas que precisam ser abordadas urgentemente, referindo-se ao caos no sistema de saúde e à especulação imobiliária que afeta a população.
O candidato do Chega também fez críticas contundentes à atual gestão, apontando que os problemas na saúde e na justiça são resultado de anos de ineficiência governamental. Segundo ele, a população está cansada de promessas não cumpridas e exige soluções concretas.

Em um tom alarmante, Sousa Pinto afirmou que a situação atual é insustentável e que a mobilização popular é essencial para garantir um futuro melhor. Ele concluiu enfatizando que a Constituição deve ser a base para as políticas do país e que a luta pela dignidade e direitos deve ser contínua.
Com a aproximação das eleições, a tensão política aumenta e a expectativa em torno do desempenho de Ventura cresce. Sousa Pinto acredita que a vitória na primeira volta é possível, mas alerta que a união dos adversários na segunda volta pode dificultar o triunfo do Chega.
As declarações de Rui Sousa Pinto ecoam em um momento crítico para Portugal, onde questões sociais e políticas estão em jogo. O apelo à ação e à mudança ressoa entre os eleitores, que buscam alternativas a um sistema que, segundo ele, falhou em atender às suas necessidades.
