Bruno Nunes, em uma intervenção explosiva, mandou calar Rui Tavares durante um debate acalorado sobre revisão constitucional. Nunes criticou a postura de Tavares, chamando-a de “ato de irresponsabilidade extremo”. A tensão entre os partidos aumenta à medida que a política portuguesa se torna cada vez mais polarizada, especialmente após a queda do governo de António Costa.
Nunes destacou que a revisão constitucional, que estava em andamento, foi interrompida pela instabilidade política. Ele enfatizou que havia um consenso entre os partidos sobre a proteção dos direitos dos cidadãos, mas a situação atual exige uma reavaliação urgente.
O líder do Chega questionou a capacidade de Rui Tavares de misturar os direitos constitucionais e criticou a postura do PS em relação ao seu partido. Nunes afirmou que o Chega só existe porque os partidos tradicionais falharam em atender às necessidades do povo, e essa falha precisa ser reconhecida.

Além disso, Nunes fez um apelo à responsabilidade entre os partidos, sugerindo que o diálogo é crucial para evitar mais instabilidade. Ele mencionou que, apesar das tensões, é possível encontrar um caminho para a governabilidade, desde que haja clareza nas intenções de todos os envolvidos.

A discussão também abordou a necessidade de reformas na lei eleitoral e a urgência de tratar questões como saúde e educação, que estão em crise. A política portuguesa está em um ponto crítico, e as decisões tomadas agora terão consequências profundas para o futuro do país.

Nunes concluiu seu discurso reiterando que a prioridade deve ser o bem-estar do povo e a estabilidade do governo. A mensagem é clara: a política precisa mudar, e todos os partidos devem estar dispostos a colaborar para evitar uma nova crise.