André Ventura, líder do Chega, desafiou a decisão judicial que ordenou a retirada de cartazes que criticam a comunidade cigana. Em uma declaração explosiva, Ventura denunciou a juíza por priorizar o “bom nome” da comunidade, enquanto episódios de violência armada permanecem impunes. A tensão está nas alturas!
Em uma coletiva de imprensa, Ventura expressou sua indignação, afirmando que a decisão da juíza é um ataque à liberdade de expressão. Ele argumentou que enquanto ele é obrigado a retirar os cartazes, indivíduos armados celebrando o Ano Novo em Lisboa não enfrentam consequências. “Isso é absolutamente inacreditável!”, exclamou.
O líder do Chega afirmou que a justiça está protegendo uma minoria que ignora a lei, enquanto cidadãos comuns são penalizados por delitos menores. Ventura lembrou incidentes de disparos em Moscavido e agressões em Valongo, ressaltando a impunidade que a comunidade cigana parece desfrutar.
“Quando é que o bom nome da comunidade é realmente afetado?”, questionou Ventura. Ele destacou que a verdadeira desonra ocorre quando membros da comunidade se envolvem em atividades ilegais, como disparos com metralhadoras. “A lei deve ser cumprida por todos, sem exceção!”, enfatizou.
A decisão judicial que obriga Ventura a retirar os cartazes é vista como uma ameaça à liberdade de expressão em Portugal. “Estamos vivendo um momento em que o poder judicial determina o que pode ou não ser dito!”, alertou Ventura, apontando para um precedente perigoso.

O clima político está carregado, e Ventura não se intimidou ao afirmar que o foco deve ser a segurança e a aplicação da lei. Ele criticou a falta de ação contra delitos graves, como o uso de armas de guerra em plena rua, enquanto sua campanha enfrenta censura.
“Isso não é certo em uma democracia!”, disse Ventura. Ele pediu que a juíza olhasse para os fatos e reconsiderasse sua decisão. “Se a comunidade realmente se preocupa com seu bom nome, que se comprometa a respeitar a lei!”, completou.
O debate sobre a liberdade de expressão e a aplicação da lei está longe de terminar, e Ventura promete continuar a luta. “Não vou me calar diante das injustiças!”, declarou, enquanto a pressão sobre a juíza e o sistema judicial aumenta.
A situação continua a evoluir, e os próximos passos de Ventura e a resposta da justiça serão cruciais. O que está em jogo é mais do que cartazes; é a essência da liberdade de expressão e a igualdade diante da lei. A sociedade portuguesa observa atentamente!
