TENSÃO EM COMISSÃO DE INQUÉRITO: A assessora do Presidente da República, Dra. Maria João Ruela, enfrenta sérias acusações de contradições em seu depoimento sobre o caso das gémeas. Durante a sessão, ela negou contatos com o Hospital de Santa Maria, desafiando um relatório que a contradiz. O clima esquenta e as respostas se tornam evasivas.
A audiência, marcada por um intenso confronto, expõe a fragilidade das informações apresentadas. A Dra. Ruela, ao ser questionada sobre e-mails e contatos, afirmou não ter conhecimento de documentos cruciais que poderiam esclarecer a situação. A falta de registros gera desconfiança entre os deputados.
“Como é que não há registro de um contato tão importante?”, questiona um deputado. A assessora insistiu que não recebeu orientações claras sobre o caso, mas a comissão destaca que existem e-mails que contradizem suas declarações. O clima de incerteza e tensão aumenta à medida que os deputados exigem clareza.

A Dra. Ruela afirmou que o presidente não lhe pediu para contornar procedimentos, mas a pressão sobre ela cresce. “Estamos aqui para esclarecer, não para ocultar informações”, afirma um deputado, enquanto a audiência se torna um verdadeiro campo de batalha de argumentos e acusações.

As perguntas se acumulam e a assessora tenta justificar sua posição, mas a falta de documentação e a inconsistência nas respostas levantam suspeitas de ocultação. A comissão de inquérito está determinada a descobrir a verdade por trás das alegações e a pressão sobre a assessora aumenta.

Com a continuidade das investigações, a população aguarda ansiosa por esclarecimentos. O caso das gémeas, que já gera controvérsia, agora se complica com a possibilidade de mentiras e omissões por parte de figuras do governo. O desfecho dessa história ainda é incerto, mas a pressão para que a verdade venha à tona é palpável.
