Rui Paulo Sousa, do CHEGA, critica duramente o governo português pela crise na saúde, ressaltando que a situação é alarmante e se agrava a cada dia. As ambulâncias prometidas ainda não foram compradas e as promessas sobre novos hospitais são apenas retóricas vazias, enquanto a população sofre com a falta de assistência.
A situação de emergência na saúde em Portugal é insustentável. O governo falha em entregar as promessas de ambulâncias, que deveriam ter sido adquiridas em 2023, e o Hospital do Algarve, anunciado repetidamente desde 2008, continua sem progresso. O desespero é palpável entre os cidadãos que necessitam de cuidados.
A falta de macas nos hospitais é um problema crítico, com ambulâncias retidas, impossibilitando o atendimento rápido. A gestão da saúde é questionada, com Rui Paulo Sousa apontando falhas estruturais que vão além da simples falta de recursos financeiros. A população está à beira da exaustão, sem confiança no sistema.
Recentemente, três vidas foram perdidas na primeira semana do ano devido à falta de apoio do INEM, um sinal claro de que a situação é ainda mais grave do que se imaginava. O governo prometeu um plano de emergência em 60 dias, mas a realidade é que nada foi implementado de forma eficaz.
As críticas se intensificam, com a oposição acusando o governo de gerar um clima de alarmismo. Enquanto isso, a resposta do governo é considerada insuficiente, com promessas de concursos para mais colaboradores no INEM, mas sem resultados concretos à vista. O tempo médio de atendimento continua a ser um ponto de preocupação.

A população exige respostas e soluções imediatas. O desespero cresce à medida que as filas de espera nas urgências aumentam. A falta de confiança na saúde pública é um reflexo da ineficácia do governo em lidar com a crise. A situação exige ação urgente e decisiva.
A questão das parcerias público-privadas também foi levantada, com críticas à decisão do governo de abandoná-las. A gestão da saúde não deve ser ideológica, mas sim focada na eficiência e na capacidade de atender a população. As promessas de novas parcerias são vistas como uma tentativa tardia de corrigir erros passados.
A pressão sobre o governo aumenta, e a necessidade de uma resposta clara e efetiva é urgente. Os cidadãos não podem esperar mais por soluções que parecem nunca chegar. O clamor por um sistema de saúde funcional e confiável é mais forte do que nunca, e a responsabilidade recai sobre aqueles que estão no poder.
O futuro da saúde em Portugal depende de ações concretas e da restauração da confiança da população. A situação atual não pode continuar, e a urgência em resolver esses problemas é inegável. O tempo para promessas acabou; agora é hora de ação real e eficaz.
