🚨 Uma análise contundente do canal Página Um revela que as sondagens veiculadas pela mídia portuguesa, como a TVI e a CNN, estão longe de serem científicas. A prática de “tracking polls” é uma farsa, manipulando dados para moldar a opinião pública e influenciar o voto dos portugueses.
As sondagens, apresentadas como se fossem estudos rigorosos, não passam de uma média móvel de respostas de grupos diferentes. A falta de um painel fixo e de um acompanhamento real dos eleitores compromete a credibilidade das informações. O resultado? Uma simulação de precisão que engana o público.
Desde janeiro, a mídia tem inundado o espaço público com essas sondagens diárias. O problema é que, ao invés de medir mudanças reais na intenção de voto, a metodologia utilizada gera uma ilusão de acompanhamento. Isso se traduz em um embuste que pode impactar decisões eleitorais.
A empresa responsável, Pitagórica, coleta cerca de 202 entrevistas diariamente, mas agrega esses dados em uma janela de três dias. Isso significa que a maioria das respostas é repetida, criando uma falsa aparência de resultados atualizados. Uma prática que distorce a realidade e manipula a percepção do eleitorado.
A análise crítica ressalta a importância de questionar esses números. Não se trata apenas de resultados positivos ou negativos, mas da integridade do processo de sondagem. A recomendação é clara: os eleitores devem ignorar as pressões das sondagens e votar de acordo com suas convicções reais.

A falta de rigor científico é alarmante. O que deveria ser um acompanhamento longitudinal se transforma em uma amostra aleatória que não reflete a evolução das opiniões dos eleitores ao longo do tempo. Isso prejudica a capacidade de entender como eventos políticos influenciam o comportamento do eleitor.
Os resultados, muitas vezes manipulados, podem ter efeitos profundos na narrativa política. Com um formato que parece científico, a mídia se aproveita da confiança do público, mas a verdade é que estamos diante de uma máquina de produção de números que não mede o que diz medir.
A situação é crítica e exige atenção. A população deve estar ciente de que o que está sendo apresentado como “tracking” não é um verdadeiro estudo de acompanhamento. É hora de os cidadãos se armarem com informações precisas e questionarem a veracidade das sondagens que moldam a política.
Em resumo, a análise do Página Um expõe uma realidade chocante: as sondagens, longe de serem um reflexo da opinião pública, são ferramentas de manipulação. A urgência em desmascarar essa farsa é vital para garantir que os eleitores façam escolhas informadas e conscientes nas próximas eleições.
