A disputa eleitoral em Portugal está em ebulição, com a recente negação da liderança de André Ventura por parte da esquerda e a resposta contundente da candidata Cláudia Estevão, do Chega. As eleições se aproximam e as tensões aumentam, enquanto os números das sondagens continuam a mudar, criando um clima de incerteza.
Cláudia Estevão defendeu a candidatura de Ventura, afirmando que ele permanece uma força a ser reconhecida, apesar das alegações de que não lidera as intenções de voto. “A verdadeira sondagem é feita no dia das eleições”, afirmou, enfatizando que a realidade pode ser diferente do que os números indicam.
A candidata do Chega criticou a manipulação das sondagens, que, segundo ela, criam ruído e desinformação. “As sondagens devem ser vistas com cautela”, disse, destacando que a verdadeira força do partido está nas ruas, onde o apoio à candidatura de Ventura é palpável.

Estevão também abordou a questão das acusações de assédio 𝒔𝒆𝒙𝒖𝒂𝒍 que cercam Ventura, sublinhando a importância de um processo judicial justo e transparente. “Se houver culpa, que haja punição; se não, que se proteja a vítima”, afirmou, defendendo a integridade do candidato.

A candidata reiterou que a eleição do dia 18 de dezembro é crucial, não apenas para o presente, mas para o futuro do país. Ela acredita que a voz do povo deve ser ouvida e que a política deve focar nas vidas concretas das pessoas.

Enquanto isso, as tensões entre os partidos de esquerda e o Chega aumentam, com ambos os lados se preparando para um embate decisivo. O clima eleitoral está carregado, e os próximos dias prometem ser intensos à medida que as campanhas se intensificam.
A expectativa é alta, e a população está atenta ao desenrolar dos acontecimentos. Com a contagem regressiva para as eleições, cada palavra e ação dos candidatos ganharão peso e significado, moldando o futuro político de Portugal.