A disputa pela presidência da República portuguesa intensifica-se à medida que Cláudia Estevão, do partido CHEGA, responde a alegações de que André Ventura não lidera as intenções de voto. Em uma entrevista explosiva, Estevão defende a legitimidade da candidatura de Ventura e critica a manipulação das sondagens.
No calor da campanha, Estevão afirma que a verdadeira medição do apoio popular ocorrerá nas urnas no dia 18. Apesar das sondagens indicarem uma queda nas intenções de voto para Ventura, ela acredita que o apoio nas ruas é inegável e crescente. “Estamos aqui a falar de números que mudam todos os dias”, enfatiza, desafiando a credibilidade das pesquisas.
A candidata do CHEGA critica a forma como as sondagens são utilizadas para influenciar a opinião pública, comparando-as a um jogo de adivinhação. “O voto é uma afirmação da vontade”, declara, insistindo que os eleitores devem votar com base em suas crenças, não nas previsões de especialistas.

Além disso, Estevão aborda a grave acusação de assédio 𝒔𝒆𝒙𝒖𝒂𝒍 contra Ventura, que ele nega categoricamente. Segundo ela, a justiça deve ser rápida e isenta, garantindo que qualquer culpado seja punido, enquanto a honra do inocente deve ser protegida. “É um abuso de poder e algo inaceitável”, afirma.

Enquanto a contagem regressiva para as eleições avança, a tensão entre os partidos aumenta. A esquerda, que nega a liderança de Ventura, pode estar subestimando o impacto da campanha de CHEGA. Estevão acredita que Ventura pode surpreender e avançar para a segunda volta, desafiando as expectativas.

A situação política em Portugal permanece volátil, com cada declaração e sondagem moldando o cenário eleitoral. O que está claro é que a luta pela presidência será feroz e cheia de reviravoltas, com os eleitores prontos para decidir o futuro do país em breve.
Com o dia das eleições se aproximando, a pressão sobre todos os candidatos aumenta. O CHEGA e André Ventura estão determinados a mostrar que a voz do povo é mais forte do que os números das sondagens. A batalha está apenas começando, e o resultado poderá definir o rumo da política portuguesa nos próximos anos.
