André Ventura, líder do Chega, intensificou o debate no Parlamento ao questionar a liderança do Primeiro-Ministro sobre a corrupção e a transparência na política portuguesa. Ventura destacou a necessidade de agir contra políticos suspeitos de crimes, exigindo uma postura firme do governo diante da corrupção que afeta a confiança pública.
Durante uma acalorada sessão, Ventura não poupou críticas ao Primeiro-Ministro, apontando a demissão do secretário de Estado Hernâni Dias como um exemplo de falha na aplicação de critérios éticos. “O senhor Primeiro-Ministro exigiu dos outros o que não aplicou a si mesmo”, afirmou Ventura, desafiando a credibilidade do governo.
O líder do Chega também questionou a gestão do governo em relação à saúde pública, denunciando o aumento das listas de espera para cirurgias oncológicas. “As crianças estão a sofrer, e o governo diz que está tudo bem?”, indagou Ventura, enfatizando a urgência da situação.

Em um tom combativo, Ventura exigiu respostas sobre a quantidade de imigrantes em Portugal e o impacto que isso tem sobre os serviços públicos. “Quantos estão a receber subsídios? Quantos estão sem abrigo?”, questionou, reforçando a necessidade de transparência nas políticas de imigração.

As declarações de Ventura geraram uma onda de reações no Parlamento, com a oposição exigindo medidas concretas para combater a corrupção e melhorar os serviços públicos. A tensão entre os partidos aumentou, refletindo a crescente insatisfação da população com a classe política.

O clima no Parlamento estava eletricamente carregado, com os deputados trocando acusações e defendendo suas posições. A pressão sobre o Primeiro-Ministro intensifica-se, e a população aguarda respostas claras e ações decisivas para restaurar a confiança nas instituições.
A situação política em Portugal está em um ponto crítico, e a demanda por mudança é cada vez mais urgente. O futuro do governo e a integridade das instituições dependem da capacidade de lidar com as questões levantadas por Ventura e outros políticos. A pressão por uma política mais transparente e responsável nunca foi tão intensa.
