Uma nova e brutal onda de repressão sangrenta avança no Irão, com execuções públicas e centenas de mortos, enquanto o regime totalitário dos moles enfrenta sua maior crise. A coragem insurrecional das mulheres e homens iranianos desafia a tirania, expondo tensões geopolíticas e um escândalo de silêncio na imprensa ocidental.
A repressão assassina do regime dos moles no Irão está em pleno curso, alcançando um nível brutal com execuções públicas e um número real de mortos que ultrapassa largamente as centenas. A escalada da violência visa aterrorizar a população e esmagar o levante que cresce a cada dia.
As imagens do orgulho desafiante das iranianas sem hijab tornaram-se símbolo global da luta pela liberdade. Mulheres corajosas enfrentam o regime apesar do corte da internet e da censura total, enquanto a resistência telefona ao mundo graças ao Starlink de Elon Musk.
A insurreição não é apenas um desabafo contra dificuldades econômicas de décadas, mas uma revolta contra um totalitarismo arcaico, marcado pela opressão medieval às mulheres e pela repressão sangrenta que assola o Irão há 47 anos, desde a revolução que instaurou o regime.
Milícias armadas das guardas revolucionárias atiram para matar nas ruas, enquanto protestos antigovernamentais queimam mesquitas e exigem o fim da contínua intervenção militar iraniana em países vizinhos, como Iraque e Síria, mostrando um regime que se desmorona regionalmente.
Geopoliticamente, o Irão está isolado: perdeu aliados-chave como a Síria e vê sua influência cair no Iraque. A difícil situação na Venezuela, com o país sob nova pressão americana, dificulta ainda mais a sobrevivência da estratégia iraniana de contornar sanções internacionais.

As manifestações chegam às portas das embaixadas e invadem ruas no Ocidente, com a diáspora iraniana levantando a bandeira monárquica antiga e denunciando o regime com veemência. No entanto, no seio da Europa, o levante é surpreendentemente desconsiderado e até desdenhado.
Há uma intoxicação ideológica profunda na esquerda europeia, que recusa reconhecer o levante como legítima luta por liberdade, preferindo ignorar a brutalidade do regime ou até mesmo defendê-lo diante da complexa geopolítica regional e da animosidade histórica contra Israel.
A mídia ocidental mantém um blackout informativo, reproduzindo discursos oficiais do regime e silenciando relatos reais da insurgência. Figuras públicas e intelectuais denunciam a cobertura tendenciosa, apontando o profundo preconceito que infesta o debate político e jornalístico ocidental.
Nas ruas do Irão, a coragem supera o medo. Jovens, idosos, mulheres e homens desarmados desafiando os tiroteios e ataques das forças repressivas enfrentam o risco de serem mortos, mas resistem para pôr fim a décadas de opressão brutal e estabelecer uma nova era de liberdade.

O regime, enfraquecido e fragmentado, enfrenta o dilema de manter suas forças repressivas leais ou sofrer uma ruptura que pode selar seu destino, similar ao que ocorreu com o xá do Irão em 1978, quando a deserção militar precipitou o colapso do antigo regime.
Enquanto isso, surge no horizonte uma proposta controversa do príncipe Reza Pahlavi, herdeiro da monarquia deposta, que se oferece como líder de transição, refletindo a incerteza sobre o futuro político do país e a possibilidade de um retorno à estabilidade mediante uma nova liderança.
No contexto mais amplo, o Irão representa uma ameaça global, financiando conflitos regionais em Líbano, Gaza e além, sacrificando a própria população para manter sua influência geopolítica. O grito dos manifestantes “Nem Líbano, nem Gaza, a minha vida poluirão” denuncia o esgotamento nacional.
A situação na Venezuela também é analisada, revelando a estratégia híbrida dos EUA para controlar o país sem uma invasão direta, impondo uma liderança de transição que inclui elementos do chavismo, enquanto lida com a fragilidade do regime e a complexidade da oposição democrática local.

Escândalos de corrupção ligados ao ex-primeiro-ministro espanhol José Luís Zapatero, acusado de benefício pessoal e de favorecer regimes repressivos na América Latina, agravam a turbulência internacional, evidenciando a corrupção e as alianças obscuras que ainda sustentam poderes autoritários.
A Europa enfrenta nova crise educativa: os Emirados Árabes Unidos cortam bolsas para estudantes em universidades britânicas por receio da radicalização islâmica, denunciando uma preocupante infiltração ideológica e a fragilidade do Ocidente diante do extremismo que também desafia seu próprio sistema.
Este momento dramático exige atenção global urgente: a luta heroica dos iranianos pela liberdade desafia não só um regime brutal, mas também as hipocrisias e os preconceitos de uma opinião pública internacional que precisa urgentemente acordar para a verdadeira dimensão humana e política do conflito.
O mundo assiste a um confronto entre tirania e esperança, onde a coragem dos oprimidos clama por solidariedade imediata, e o futuro do Irão, da região e da liberdade pode depender da reação rápida e destemida da comunidade internacional diante deste capítulo sombrio da história contemporânea.