Miguel Morgado denunciou a brutal repressão do regime totalitário dos molás no Irão, revelando uma onda de execuções e uma crescente insurreição popular. Com centenas de mortos, a resistência se intensifica, especialmente entre mulheres que desafiam o regime, acendendo um cigarro em protesto e clamando por liberdade.
As imagens de uma mulher desafiadora, queimando um hijab enquanto acende um cigarro, tornaram-se símbolo da insurreição no Irão. O regime, temendo a revolta, intensifica sua repressão, executando opositores publicamente para aterrorizar a população. Contudo, a resistência cresce, revelando que a população está cansada do totalitarismo.
Morgado destacou que a situação no Irão é crítica, com um número crescente de mortos e feridos. A brutalidade das forças de segurança, que atiram contra manifestantes desarmados, tem gerado uma onda de indignação e resistência. As mulheres, em particular, estão na linha de frente, desafiando a opressão com coragem.

A fragilidade do regime é evidente, com dificuldades geopolíticas e uma crescente insatisfação popular. A população, que enfrenta crises econômicas há décadas, agora se une em protestos, queimando mesquitas e clamando por liberdade. O futuro do regime parece incerto, à medida que a insurreição se espalha por todo o país.

A cobertura midiática ocidental tem sido criticada, com muitos jornalistas minimizando a gravidade da situação. Morgado enfatizou a necessidade de uma cobertura adequada e de um apoio internacional à luta pela liberdade no Irão. A resistência da população não é apenas uma luta local, mas um grito de liberdade que ressoa em todo o mundo.

A possibilidade de uma mudança significativa no Irão está no ar, com a diáspora iraniana se mobilizando em apoio aos manifestantes. As vozes da resistência estão se tornando mais fortes, desafiando a narrativa de um regime invencível. O mundo observa enquanto o povo iraniano luta por sua liberdade e dignidade.
O que está acontecendo no Irão é um chamado à ação. A brutalidade do regime não pode ser ignorada, e a luta pela liberdade deve ser apoiada globalmente. As imagens de coragem e resistência que emergem do Irão são um lembrete poderoso de que a luta pela liberdade é universal e atemporal.
