Rodrigo Taxa, do partido Chega, respondeu a declarações de um jornalista que desvalorizou o apoio a André Ventura, destacando a importância do voto até ao dia 18. Taxa enfatizou a convicção de que Ventura não só avançará para a segunda volta como também vencerá a primeira, citando um apoio impressionante nas ruas.
Taxa afirmou que as sondagens, embora favoráveis, não devem levar à complacência. “É crucial continuar a trabalhar e a estar com as pessoas”, disse, ressaltando que o verdadeiro apoio vem do eleitorado fiel que acompanha Ventura em sua campanha.
O dirigente do Chega também desmistificou a ideia de que Ventura é apenas um candidato carismático. “O que realmente importa é a conexão genuína que ele estabelece com o povo”, afirmou, destacando a mística que envolve o líder.
Além disso, Taxa comentou sobre a situação de Luís Marques Mendes, sugerindo que a sua campanha enfrenta um desafio significativo. “A presença de figuras do PSD indica um certo desespero”, disse, referindo-se ao nervosismo que permeia o partido.
Ele também defendeu a capacidade de Ventura de atrair o eleitorado do centro-direita, afirmando que o apoio a Mendes não é garantido. “O centro-direita pode perfeitamente encontrar em Ventura um candidato viável na segunda volta”, concluiu Taxa, reforçando a ideia de que a dinâmica eleitoral está em constante mudança.

Enquanto isso, o clima de incerteza nas eleições cresce, com os partidos a ajustarem suas estratégias. Taxa alertou que, apesar das tendências nas sondagens, “tudo pode mudar rapidamente”. Ele pediu aos eleitores que mantenham a mente aberta e considerem as propostas de Ventura.
O foco agora está em mobilizar os eleitores e garantir que todos os votos sejam contados. “A eleição não é decidida até que os resultados sejam anunciados”, enfatizou, reforçando a importância da participação ativa de todos os cidadãos.
Com a contagem regressiva para o dia 18, a tensão nas campanhas eleitorais aumenta. As declarações de Taxa refletem a urgência e a importância do momento, enquanto os candidatos se preparam para a batalha final nas urnas.
