Pedro Pinto, figura destacada do CHEGA, reage com veemência e desarma o painel de discussão sobre as eleições presidenciais, destacando André Ventura como o único candidato verdadeiramente apoiado pelo seu partido. Em declarações contundentes, ele desmonta críticas e apela à união da direita para enfrentar o socialismo, convocando o eleitorado a votar com consciência e urgência neste domingo.
No clima inflamado da reta final da campanha eleitoral para a presidência de Portugal, Pedro Pinto não poupou palavras ao afirmar que André Ventura é o favorito para avançar à segunda volta. Segundo ele, todas as sondagens recentes apontam para uma vitória provável de Ventura, enfatizando, contudo, a importância crucial da participação popular nas urnas.
Pinto destacou que, apesar da diversidade de candidatos, a eleição de domingo será uma das mais acirradas de sempre, um verdadeiro divisor de águas na política portuguesa. Ele ressaltou a vitalidade política demonstrada e a necessidade de o eleitorado exercer seu direito com responsabilidade, rejeitando o comodismo da abstenção.
O porta-voz do CHEGA criticou a falta de união da direita, que, segundo ele, deveria se espelhar na iniciativa da esquerda, especialmente do Partido Socialista, capaz de consolidar forças mesmo entre adversários históricos. Para Pedro Pinto, a coesão dos partidos de direita será decisiva para a vitória de André Ventura.

Ao responder perguntas sobre possíveis adversários, Pinto descartou nomes específicos e reafirmou a prioridade absoluta da eleição de Ventura, contrapondo a retórica alarmista contra a extrema-direita. Ele garantiu que a vitória do candidato do CHEGA não trará caos, mas sim normalidade ao país no dia seguinte às eleições.
Pedro Pinto confrontou o painel com a realidade: os votos em certos candidatos seriam “inúteis” e que campanhas como as de GVML e Luís Marques Mendes já sinalizam desistência diante dos números desfavoráveis. Ele chamou a atenção para a atenção especializada ao crescimento inesperado de Ventura nas sondagens.

Ao relacionar o momento político atual com eleições históricas de 1985 e 1986, Pinto fez paralelos que colocam André Ventura como “o único candidato capaz de quebrar o sistema vigente”. Esta análise histórica reitera a força do candidato do CHEGA e seu papel central neste pleito.
Pinto enfatizou que não se deve cantar vitória antecipada baseada apenas em pesquisas, mas, com firmeza, defendeu que Ventura tem sido o único postulante verdadeiramente consensual dentro do seu partido desde o início, ao contrário de outros candidatos que surgiram sem unidade partidária.

Por fim, o representante do CHEGA lançou um apelo firme e direto ao eleitorado português. Ele pede que todos compareçam às urnas, independentemente da preferência política, alertando que o futuro do país depende desse ato e que o voto em André Ventura é o passo decisivo para a mudança prometida.
O cenário político fervilha com a proximidade do domingo decisivo. Com discursos como o de Pedro Pinto, a tensão aumenta e a expectativa se intensifica para o que pode ser um momento histórico nas eleições presidenciais portuguesas, onde a direita tentará arrebatar o poder frente a uma esquerda consolidada.